sexta-feira, janeiro 27, 2006


Mozart forever



Talvez hoje possamos esquecer o que nos tem dividido e lembrar a imensa dívida que nos une e que não cabe em nenhum orçamento.

Porque cada partitura é um poema - noutra forma de ser - que nos dá o sonho, a agonia, toda a emoção, enfim, até o deleite do que antecipadamente sabemos sentir no acorde seguinte.

Hoje seria o seu derradeiro requiem se este blog tivesse música.

Assim, resta o silêncio e a memória.
É verdade que não basta, mas nada bastaria.